Ação da Fiperj contempla profissionais da Região Metropolitana

O secretário de Estado de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca, Felipe Peixoto, abriu o evento realizado nesta terça-feira, 1, no auditório da Imprensa Oficial, no Centro de Niterói, para apresentar o Projeto de Caracterização Socioeconômica da Pesca e da Aquicultura (PCSPA) a pescadores e maricultores dos municípios da Região Metropolitana. Visando atender as condicionantes ambientais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para a produção e escoamento de petróleo e gás natural do Polo Pré-Sal da Bacia de Santos, o projeto já foi apresentado nas regiões da Costa Verde, Baixadas Litorâneas e Baixada Fluminense.

 – Esse projeto é extremamente importante para obtermos informações técnicas e científicas que irão ajudar no desenvolvimento de políticas públicas para os produtores. O Rio de Janeiro nunca teve um estudo desse nível, e essa ação vai somar ao que desenvolvemos com a Estatística Pesqueira – explica o secretário.

 Contratada pela Petrobras, a Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa do Agronegócio Empresa (Fundepag) coordena o levantamento de dados das atividades de pesca e aquicultura realizadas em três estados brasileiros. Um deles é o Rio de Janeiro, onde o projeto está sendo executado por técnicos da Fundação Instituto de Pesca do Estado do Rio de Janeiro (Fiperj, vinculada à Secretaria), tendo como gerente executivo o geógrafo Davi Alcantara.

 A extensionista Maria de Fátima Valentim, coordenadora da Fiperj e responsável pelo projeto, explica que a ideia é caracterizar as atividades de pesca e maricultura para gerar informações que permitam ações como a identificação, o mapeamento das formas organizacionais e a estrutura, assim como a logística e o perfil socioeconômico das comunidades pesqueiras artesanais e industriais e da maricultura nos 18 municípios do litoral fluminense inseridos na área de abrangência das atividades.

 José Bonifácio, presidente da Fiperj, reafirma que as apresentações são fundamentais para o entendimento do que será feito e para que o material entre à Petrobrás seja de primeira linha. “Todos os envolvidos no setor da pesca e da aquicultura precisam estar cientes da importância desse trabalho que deve ser realizado em conjunto. Essas informações são um instrumento importante para balizar a tomada de decisões estratégicas e a definição de políticas públicas que visam melhorias nos setores da pesca”.

 Para o presidente da Associação Homens ao Mar, Alexandre Anderson, é importante que o projeto tenha participação dos pescadores. “Entendemos a importância desse projeto e vamos colaborar porque também é nosso interesse. Queremos que o trabalho seja feito com transparência, e que os dados sejam compartilhados e demonstrem nossa realidade. Parabenizo toda a equipe, pois hoje a Fiperj tem a cara dos pescadores”, comemora.

 Participaram ainda da apresentação o coordenador do Registro Geral de Atividade Pesqueira (RGP) do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), Wilson Dufles; o assessor especial do Sindicato dos Armadores de Pesca do Estado do Rio de Janeiro (Saperj), Comandante Flávio Leme; o presidente da Colônia Z-13 (Copacabana), Pedro Marins; representantes da Colônia Z-7 (Itaipu) e outras entidades do setor.

 Ascom Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional 

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