Há cerca de duas semanas li na coluna do Ancelmo Gois, a resposta da secretaria estadual de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (Secec) sobre uma nota, onde o colunista faz uma provocação bastante pertinente, ao secretário da pasta, sobre o término das obras do Museu Antônio Parreiras (MAP), no Ingá, em Niterói, que foi fechado em 2012 para obras de recuperação e por conta de assuntos burocráticos não tiveram andamento.

Segundo a Sesec, ajustes e questões do convênio com a Secretaria Especial da Cultura/Ministério da Cidadania já estão finalizados, dependendo de um termo aditivo ser assinado e publicado para a liberação das verbas. Após essa liberação, as obras poderão ser retomadas.

Em dezembro de 2014 estive visitando o Museu com a diretora Kátia de Marco. Já na chegada fiquei admirado com a riqueza do jardim. Na ocasião, ela me apresentou o atelier com o acervo belíssimo e muito bem cuidado pela equipe do MAP, quando também em nossa conversa, me apontou as necessidades de restauração no local.

O MAP é coisa nossa!

É preciso um olhar especial para o Museu Antônio Parreiras e a memória do artista. O MAP foi inaugurado em 1942 e foi sede da residência do pintor. Além disso, foi o primeiro museu de arte do Estado do Rio de Janeiro dedicado à memória de um artista.

Antônio Parreiras que é gente nossa! Nasceu e construiu sua vida em Niterói. Por isso, sua história e sua família merecem esse cuidado.

O Museu Antônio Parreiras, além de ser relevante na preservação dos valores culturais da cidade, também é importante no processo de expressão, criatividade e transformação da educação de todo ser humano.

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