Prorrogação: Tomógrafo Móvel fica em São Gonçalo até 05/12

O Tomógrafo Móvel da Secretaria de Estado de Saúde, montado em São Gonçalo, ficará na cidade até o próximo dia 05 de dezembro, atendendo também a pacientes de Niterói, Itaboraí, Maricá, Tanguá, Rio Bonito e Silva Jardim. O equipamento está montado na Avenida Presidente Kennedy (em frente ao Centro Cultural Joaquim Lavoura), no Centro de São Gonçalo, e o horário de atendimento será de segunda à sexta-feira, das 8h às 19h, e no sábado, das 7h30 até às 15h.

– Para atender ainda melhor a demanda da população, prorrogamos a permanência do Tomógrafo Móvel em São Gonçalo, que inicialmente ficaria na cidade até o dia 28 de novembro. As unidades móveis são importantes no apoio aos municípios onde, muitas vezes, as demandas por exames de imagem são reprimidas – destaca o secretário de Estado de Saúde, Felipe Peixoto.

Serviço: como acessar o Tomógrafo Móvel

Para agendar o exame, os pacientes devem procurar a secretaria municipal de saúde e levar: pedido assinado por um médico do SUS; documento de identidade e comprovante de residência. A secretaria municipal de Saúde encaminhará uma planilha com as demandas para o serviço e informar os pacientes sobre a data, hora e local do procedimento. O paciente que possui aparelho de celular recebe essas informações via torpedo telefônico até 48 horas antes do dia marcado. Os resultados são disponibilizados aos pacientes pelo município de residência, após período de 10 a 15 dias úteis, para que então possam encaminhar ao seu médico. É importante esclarecer que não há encaixe para realização de exames e/ou distribuição de senhas.

Mais de 199 mil exames – Os serviços móveis de diagnóstico por imagem do Governo do Estado ultrapassaram a marca de 199 mil procedimentos realizados desde 2009. Dois tomógrafos, uma ressonância magnética e um mamógrafo móvel, que funcionam em carretas especiais e reúnem investimentos de R$ 13,4 milhões, são os responsáveis pelos números inéditos no país. Os equipamentos foram inaugurados para suprir a carência de regiões onde o acesso a exames de imagem na rede pública de Saúde é inexistente ou incapaz de atender à demanda. 

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