RJ-100: mais da metade do trecho em obras prejudicado por chuva já está asfaltado

À frente do projeto que estadualizou a via, Felipe Peixoto visita obra e reforça importância de sinalização

Mesmo com os danos causados na RJ-100 (antiga Estrada Velha de Maricá) pela chuva que deixou buracos e lama na pista, dificultando o tráfego de veículos, seguem dentro do cronograma as obras de revitalização que contemplam sete quilômetros da via que liga Niterói a São Gonçalo. A chuva começou na quinta-feira, 10, e foi até sábado, 12, impedindo os operários de trabalharem no trecho de mil metros onde o asfalto acabara de ser retirado para substituição: do Boqueirão (ponto do canteiro de obras) à Praça de Maria Paula. Os trabalhos foram retomados na segunda, dia 14, com metade do trecho já asfaltado na terça-feira, 15, e conclusão prevista para esta última semana, quando os serviços prosseguem em sentido ao Rio do Ouro, com o tráfego fluindo no sistema de mão dupla.

Elaborado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca (Sedrap) e coordenado pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER-RJ, da Secretaria de Estado de Obras), o projeto revitalizará sete dos 14 quilômetros da RJ-100: do viaduto de Maria Paula (RJ-104) ao Rio do Ouro (na RJ-106, Avenida Amaral Peixoto). O deputado estadual Felipe Peixoto – que em setembro do ano passado, à frente da Sedrap, intermediou a estadualização da rodovia por decreto do então governador Sérgio Cabral – visitou a RJ-100 na segunda-feira, 14, verificando as condições de tráfego no local.

Acompanhado do vereador Paulo Henrique, ele se reuniu com o diretor do DER-RJ na região, engenheiro Ricardo Itabaina; com o engenheiro Pedro Basílio e o técnico Paulo Girão, da Sedrap; e ainda com profissionais da Construlagos Construtora Ltda. (empresa vencedora da licitação da obra orçada em R$ 17 milhões), tratando em especial da melhoria da sinalização no local em obras.

– A Construlagos vai intensificar a sinalização por conta da necessidade de mão dupla, providenciando mais placas para indicar a obra e evitar acidentes. Apesar dos transtornos causados pela chuva, a obra segue em um bom ritmo. Importante entender que o que está sendo feito na via não é uma fresagem, mas uma substituição de base que trará uma vida útil muito maior ao asfalto, beneficiando por mais tempo quem precisa dela. Essa via tem minha idade, 37 anos, e nunca passou por uma obra como esta. Só tapa buraco. E obra incomoda mesmo. Se dentro de casa já é uma confusão, imagina na rua? – alerta o deputado.

Avaliação do DER – O engenheiro Ricardo Itabaina, do DER, destacou o alto rendimento proporcionado com a moderna máquina utilizada para fazer a reciclagem do asfalto, o que acelerou o andamento das obras, frisando ser muito importante a colaboração de todos, em especial, dos motoristas. “Muitos não estão respeitando a sinalização, colocando em risco a sua vida e de outras pessoas. A obra é feita para a melhoria da qualidade de vida da população, e não para prejudicá-la. Mas na maioria das vezes os transtornos são inevitáveis”, afirmou.

Retorno da empreiteira – A arquiteta Jackeline Matos Ribeiro, da Construlagos, explicou que a chuva foi atípica, com os estragos já solucionados e a obra seguindo normalmente. “Não esperávamos que fosse chover tanto. Acompanhamos um gráfico de chuva de uma empresa de meteorologia que não apontava para isso. O que piorou foi ter que interromper o serviço com o solo sem asfalto. Já havíamos terminado a reciclagem do asfalto, só que não deu tempo de fazer a imprimação (pintura com emissão asfáltica) e o solo ficou vulnerável. Mas logo que a chuva passou fizemos o nivelamento e a imprimação”, disse a arquiteta Jackeline, adiantando que o imprevisto pode afetar o planejamento de curto prazo, da semana, mas não interfere no planejamento final, pois o cronograma geral da obra dá margem a contratempos como os climáticos.

A cozinheira Jordélia dos Santos Ferreira, 53 anos e moradora do Boqueirão há 10 anos, concorda. “Obra tem sempre um lado ruim, pois acaba afetando a rotina das pessoas, como o ponto de ônibus que muda de lugar e a poeira que incomoda. Mas isso faz parte. Apesar da chuva, está ficando um espetáculo”, afirma Jordélia, dividindo a opinião com o motorista Jorge Teixeira da Silva, 67 anos, que reside na localidade há 60. “Estamos na expectativa pelo resultado final. Nunca vi obra aqui nessa estrada, e esperamos que ela traga mesmo benefícios para todos”, finaliza Jorge.  

Felipe Peixoto

Durante seus mandatos, Felipe aprovou mais de 100 leis e presidiu importantes Comissões, como a do Foro e Laudêmio e a da Linha 3 do Metrô. Como Secretário de Estado, Felipe foi responsável por inúmeras realizações e projetos que beneficiaram todas as regiões do RJ. 

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